A empresa nunca vai crescer além do nível da sua liderança.
Toda empresa carrega a marca do seu líder. As decisões, os limites, a cultura e até os conflitos refletem diretamente o nível de maturidade de quem lidera. Não existe crescimento sustentável quando a liderança não cresce junto.
Muitos empresários tentam resolver problemas estruturais com ações pontuais. Trocam pessoas, mudam estratégias, investem mais dinheiro, mas evitam olhar para si mesmos. O negócio até avança por um tempo, mas logo bate no mesmo teto. Não é coincidência. É reflexo.
Liderança exige autoconhecimento, responsabilidade e disposição para aprender. Exige reconhecer falhas, ajustar posturas e tomar decisões difíceis. Quando o líder evolui, a empresa ganha espaço para evoluir também.
Se a empresa parou, talvez não seja o mercado, nem a equipe. Talvez o crescimento esteja esperando uma mudança na liderança.
Tolerar o errado é ensinar o errado
Toda vez que um erro é ignorado, ele deixa de ser exceção e começa a virar regra. Comportamentos inadequados, atrasos recorrentes, falta de comprometimento e desalinhamentos não corrigidos constroem uma cultura silenciosa de permissividade.
O problema não é o erro em si. O problema é a tolerância. Quando a liderança vê e não age, a mensagem é clara: isso é aceitável. Com o tempo, o que era errado passa a ser normal, e o normal passa a ser prejudicial.
Corrigir não é ser rígido. É ser responsável. Empresas saudáveis têm limites claros e coerência entre discurso e prática. Onde não há correção, não há direção.
Cultura não se forma pelo que se diz, mas pelo que se permite. E toda permissão ensina algo.
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